Dia das Mães ajuda e comércio da RMC tem vendas 18% maiores em maio

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O faturamento do comércio em maio em relação a abril registrou um aumento de 18,63% na Região Metropolitana de Campinas (RMC). Em comparação com maio do ano passado, o avanço foi de 1,75%.

Os dados são do SCPC – Boa Vista. Na avaliação do economista Laerte Martins, diretor da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), a partir do final de abril deste ano a flexibilização da  Fase Emergencial para a Fase de Transição do Plano São Paulo ampliou o funcionamento das mais atividades não essenciais e contribuiu para aumentar o volume de vendas em maio. “Além disso, as vendas, motivadas pelo Dia das Mães tiveram uma expansão positiva de 2,5% em comparação ao mesmo mês do ano passado”, disse.

No entanto, no acumulado do ano (janeiro a maio), as perdas ainda são grades: R$ 402,2 milhões no comércio varejista de Campinas e região. Já no período de janeiro de 2020 a maio de 2021, os prejuízos somam R$ 5,88 milhões. Na RMC, o faturamento foi de R$ 1,81 bilhão (o que representa pouco mais que o dobro do registrado em maio de 2020 – o resultado excessivamente elevado em termos percentuais é devido à “contaminação” dos números por causa dos efeitos da pandemia no ano passado). Em Campinas, nas vendas físicas, o faturamento de maio de 2021 foi de R$ 751,4 milhões, também pouco mais do dobro em relação a maio do ano passado (mesmo caso).

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No segmento de bens não duráveis, as vendas que mais evoluíram em maio deste ano foram em supermercados (11,3%), em postos de combustíveis (6,6%) e em drogarias e farmácias (5,1%).

Já nas vendas de bens duráveis, destaque para os setores de material de construção, que registrou crescimento de 3,2%, e de móveis e lojas de departamentos, com aumento de 1,2%. O setor de vestuário continuou em queda, com redução de 2,4%, em maio de 2021.

Na categoria de serviços, o turismo e os transportes sofreram redução de 6,5%. Bares e restaurantes também apresentaram queda de 13,5%. O e-commerce, por outro lado, cresceu 29% no período de maio de 2020 a maio de 2021, com o faturamento passando de R$ 65 milhões para R$ 83,9 milhões no período.

A inadimplência, no comparativo entre maio de 2021 e maio de 2020, teve um crescimento de 2,92% em Campinas a partir da análise de Registros Incluídos e Excluídos, resultando em  93.262 carnês ou boletos não pagos, que correspondem a R$ 67,1 milhões. Na RMC, foram 222.052 carnês ou boletos não pagos, que correspondem a R$ 159,9 milhões.

(Acic)

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