Semana temina com pressão sobre o mercado e o dólar

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A semana acabou mal para o mercado. Um mau humor generalizado nas principais bolsaso do mundo contaminaram os resulados locais, co o Ibovespa encerrando esta sexta-feira (24) em queda.

De fora, vieram novos temores a respeito da gigante chinesa da construção civil Evergrande. Se na véspera havia quase a certeza de que a empresa pagaria os US$ 83,5 milhões devidos aos titulares de bônus, hoje voltaram as dúvidas: o pagamento não foi feito e aumentaram os temores de um calote geral, o que teria um efeito dominó sobre a economia chinesa e afetaria os mercados de todo o mundo.

Para completar, no front interno os investidores foram surpreendidos negativamente pelos dados de inflação. A prévia do IPCA veio com uma alta de 1,14%, a maior desde o início do Plano Real, em 1994, puxada principalmente pelos preços da energia elétrica e da gasolina. Resultado: o Ibovespa fechou em queda de 0,69%, aos 113.282,67

Com um quadro tão ruim, o câmbio também passou o dia sob pressão de alta, e terminou a sexta-feira em alta de 0,742%, a R$ 5,343.

(Com agências)

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